Parlamento aprova restrições ao uso livre das redes sociais a menores de 16 anos
O parlamento debateu esta quinta-feira um projeto de lei do PSD que pretende regular o acesso às redes sociais a menores de 16 anos.
O parlamento debateu esta quinta-feira um projeto de lei do PSD que pretende regular o acesso às redes sociais a menores de 16 anos.
Segundo a socialista Mariana Vieira da Silva, "toda a esquerda" percebeu que o voto em Seguro "era a única forma de ter um candidato à esquerda na segunda volta". "As pessoas não quiseram que [Marques Mendes] fosse Presidente da República e isso foi assumido pelo próprio e por Luís Montenegro em nome do PSD", destaca André Coelho Lima.
"Não podemos continuar a viver num país onde quando um cidadão liga para o INEM espera ter sorte, quando aquilo que é suposto é esperar ter resposta e é isso que precisamos de ver garantido", afirmou Mariana Vieira da Silva
O sucesso do NOW verificou-se também no horário nobre com uma subida de 85% em 2025
O ministro da Defesa explicou que estes dispositivos "não são utilizados todos ao mesmo tempo e são utilizados em função do doente".
Segundo o líder do PS, "não são conhecidas medidas relativas à implementação dessa agenda" por parte do Governo liderado por Luís Montenegro.
O apelo do PS, segundo Mariana Vieira da Silva, é que toda a sociedade civil participe na "curta discussão pública" que o Governo preparou sobre o tema, que decorre até 01 de agosto.
O novo secretário-geral convidou para a sua direção os ex-ministros Cordeiro, Medina e Vieira da Silva. Rejeitaram, mas vão ser integrados de outras formas. Eis a estratégia interna.
Proposta obteve a abstenção do PSD, PS e CDS-PP e os votos a favor do Chega, Livre, PCP, BE, PAN e JPP.
De saída do Secretariado Nacional está a deputada e ex-ministra Mariana Vieira da Silva, confirmou a própria à Lusa, bem como a candidata à Câmara de Lisboa, Alexandra Leitão e o ex-ministro Duarte Cordeiro.
Os militantes do PS votam em 15 das 21 federações do partido e, no sábado, vão às urnas os socialistas das restantes seis distritais, Açores, Algarve, Braga, Coimbra, Porto e Viseu.
Na opinião da deputada socialista Mariana Vieira da Silva, é tempo de Ana Paula Martins "assumir as suas responsabilidades" e que "não se esconda".
É evidente que existem algumas "gorduras" no Estado. Alguns acreditam que é possível aspirá-las rapidamente para dar lugar a outras despesas ou a redução da receita.
A vice-presidente do grupo parlamentar socialista considerou ainda que a AD pode ser a próxima vítima do Chega.
As diferenças programáticas para a AD reduzem-se. Antigo ministro da Administração Interna não quer um bloco central, mas está disponível para dialogar com o Governo e "contribuir para a estabilidade política".
Socialista propôs uma "reflexão profunda", no período logo a seguir às eleições legislativas, o que não terá acontecido.